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Nicolás Maduro é capturado por forças dos EUA após ataque aéreo em Caracas, diz Trump

  • Foto do escritor: Jackson Andrade
    Jackson Andrade
  • 3 de jan.
  • 2 min de leitura

Explosões foram registradas em Caracas durante a madrugada, segundo agências internacionais.


Por Redação Mantaro | 03/01/2026 • 10h12

Nicolás Maduro é capturado por forças dos EUA
Trump divulga imagem de Nicolás Maduro a bordo do USS Iwo Jima - Foto: Redes Sociais

Caracas (VE) — O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou neste sábado (2) que as forças armadas americanas realizaram um “ataque em larga escala” na Venezuela durante a madrugada e capturaram o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. A declaração foi feita por Trump em publicação na rede Truth Social.


Segundo o presidente americano, a operação foi bem-sucedida e resultou na prisão do casal, que teria sido retirado do território venezuelano. Trump informou ainda que uma coletiva de imprensa está marcada para as 11h, em Mar-a-Lago, na Flórida (EUA), para apresentar mais detalhes sobre a ação militar.


De acordo com a agência Associated Press, pelo menos sete explosões foram ouvidas na capital Caracas (VE) durante a madrugada. Moradores também relataram a presença de aeronaves voando em baixa altitude por volta das 2h, no horário local.


Em comunicado oficial, o governo da Venezuela informou que localidades civis e militares de Caracas, além de áreas dos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, foram atingidas pelos ataques. Até o momento, as autoridades venezuelanas não confirmaram oficialmente a captura de Maduro nem informaram sobre possíveis vítimas.


Autoridades dos Estados Unidos afirmaram que a operação faz parte de ações contra o narcotráfico internacional. Nas últimas semanas, forças americanas já haviam realizado ataques contra embarcações suspeitas de envolvimento com o tráfico de drogas no Mar do Caribe e no Pacífico Oriental. No final de dezembro, a CIA também conduziu uma ofensiva contra uma área portuária na Venezuela, apontada como ponto de escoamento de entorpecentes.


Após o anúncio da operação, o vice-presidente da Venezuela declarou que o governo exige provas de que Nicolás Maduro está vivo. A declaração aumentou a tensão política no país e levantou questionamentos sobre o paradeiro do chefe de Estado.


Nos Estados Unidos, o senador Mike Lee, do Partido Republicano (Utah), afirmou que conversou com o secretário de Estado, Marco Rubio, que teria explicado que a ação militar visava proteger agentes americanos que cumpriam um mandado de prisão contra Maduro. Segundo o parlamentar, Rubio afirmou que o presidente venezuelano deverá ser julgado em solo americano.


A procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, declarou que Maduro e sua esposa enfrentarão processos judiciais nos Estados Unidos. Segundo o Departamento de Justiça, o líder venezuelano foi indiciado em 2020 por acusações de narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína e posse de armas de uso restrito.


Até a última atualização desta reportagem, não havia confirmação independente por parte de organismos internacionais sobre a captura de Nicolás Maduro. A situação segue em desenvolvimento, enquanto governos e entidades internacionais acompanham os desdobramentos da operação anunciada pelos Estados Unidos.

 
 
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